Outra área em que não faltam à região motivos de orgulho é no desporto. São muitos os clubes e atletas que conquistam tudo o que há para conquistar no país e fora dele.
A Associação Desportiva de Lousada – Hóquei em Campo é um desses casos, com a modalidade a ser uma das que mais prémios conferiu à instituição. A comemorar os 50 anos, a secção de hóquei em campo tem vindo a acumular ao longo dos últimos anos campeonatos nacionais, taças e supertaças, sendo uma referência nacional e internacional nesta modalidade.
No ano transacto, venceu Supertaça Carlos Fernandes ao derrotar na final o Clube de Futebol União de Lamas. Em 2017, a secção de hóquei em campo da Associação Desportiva de Lousada venceu, também, a Taça de Portugal, fazendo o pleno, ganhando todas as competições, isto é Supertaça, Campeonato e Taça e o Campeonato de hóquei de sala.
Na temporada em que assinalou as bodas de ouro, a secção de hóquei em campo da ADL confirmou o estatuto de potencia nacional do hóquei em campo, sendo, hoje, uma referência dentro e fora de portas.
Jorge Sousa, árbitro

O conhecido árbitro de Lordelo, Paredes, Jorge Sousa voltou a ser considerado o melhor árbitro do ano, no ranking da Federação Portuguesa de Futebol.
O árbitro Internacional português, da Associação de Futebol do Porto, ficou à frente dos colegas Artur Soares Dias e Carlos Xistra e é tido, no mundo da arbitragem, como uma referência e um exemplo para os jovens árbitros que estão a iniciar a carreira.
Tido como discreto e consistente na forma como aborda o jogo e assume decisões dentro das quatro linhas, Jorge Sousa conta com centenas de jogos dirigidos ao mais alto nível. Dirigiu já vários clássicos e dérbis, arbitrou também várias finais como a Taça de Portugal, Taça da Liga e Supertaça Cândido de Oliveira e foi convocado, como árbitro assistente adicional, para a final da Liga dos Campeões e na final do Campeonato da Europa (ambos em 2012).
Enquanto árbitro, tem sido convocado para arbitrar vários jogos da Liga Europa e da fase de grupos da Champions League. O árbitro paredense conta com mais de 20 anos de carreira que têm levado o nome do concelho mais longe.
Augusto Pinto Oliveira, ultramaratonista
Augusto Pinto Oliveira é, sem dúvida, um exemplo de superação que merece figurar nesta rubrica.
O paredense concluiu, no ano passado, uma das ultramaratonas mais difíceis do mundo, a Badwater 135, tendo sido o único português a participar nesta prova, que decorreu nos Estados Unidos da América, que conta com 217 quilómetros e que testa a resistência dos participantes em condições extremas.
Este paredense passou por anos de excessos, álcool e drogas, mas a sua determinação e resiliência permitiram-lhe superar esta fase mais complexa da sua vida e fazer dele um verdadeiro campeão deste tipo de provas de resistência.
Desde 2011 que Augusto Pinto Oliveira tem procurado superar-se participando nas provas mais difíceis, mais complicadas e mais longas do planeta. Em 2016, concluiu os 170 quilómetros da Ronda dels Cims, em Andorra, e os 338 quilómetros do Tour des Geants, em Itália.
A vontade de vencer de Augusto Pinto Oliveira levou-o a fazer uma licenciatura em Psicologia e a fazer o mestrado sobre a “Superação, Resiliência e Emoções em ultra-distâncias”. Em 2018, o paredense quer participar na Transpyrenea, uma prova que atravessa os Pirinéus, com uma distância de 895 quilómetros disputados em quatro jornadas (de 166, 256, 270 e 203 quilómetros) que tem que ser concluída em 400 horas.
Conheça os premiados das outras categorias: