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Faz parte da nossa história, o espirito guerreiro e aventureiro do nosso País, o que nos leva a ter Portugueses nos locais mais distantes e recônditos do globo.

A emigração sempre fez parte da nossa cultura e história enquanto nação, o que faz com que a nossa diáspora se encontre presente em 178 países do mundo, sendo que desses, 148 dispõem de representações consulares.

Contudo, há que realçar que os números da emigração portuguesa têm vindo a diminuir, sinal evidente que o nosso país está melhor e com condições de propiciar aos nativos mais e melhores condições de vida.

Paralelamente a esta circunstância, não se pode nem deve ignorar o primordial papel que as nossas representações consulares e diplomáticas têm em todo o mundo, onde a diáspora portuguesa está presente.

Poucos têm a noção dos milhares de actos consulares que são realizados no apoio às nossas comunidades portuguesas.

Nos dados disponíveis do relatório de emigração de 2016 por exemplo, foram realizados mais de 1 milhão e 900 mil actos consulares, mais de 600 permanências consulares em 24 países, mais de 40 mil atendimentos, tendo sido emitidos mais de 200 mil vistos.

São números surpreendentes, que enaltecem a nossa diplomacia e as representações consulares por todo o mundo onde estão portugueses.

Do mesmo modo, também a vertente social não é esquecida tendo um papel decisivo não raras vezes, onde se encontram compatriotas com problemas desta natureza.

Mais de um milhão e meio de euros, foram alocados na ajuda a problemas de natureza social de portugueses pelo mundo, assim como a ajuda a associações portuguesas presentes no exterior, com incentivos estatais na ordem dos 300 mil euros.

Papel igualmente relevante tem o gabinete de emergência consular na identificação de problemas vários e encaminhamento de nossos concidadãos na resolução de problemas com que são confrontados nos países de acolhimento.

Merece também uma atenção especial, o Instituto Camões, na promoção e ensino da língua portuguesa onde estão Portugueses.

De salientar que, muitos dos nossos lusodescendentes, querem manter uma ligação mais activa e afectiva ao nosso Portugal, numa interligação e ligação profícua de vínculo à identidade nacional.

Posto isto, muitas das políticas do Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE), vão no sentido de permitir uma ligação forte e de confiança dos portugueses que se encontram fora do país, com Portugal.

Apostas como o ensino da língua de Camões, manter um permanente diálogo com as nossas comunidades e seus representantes além-fronteiras, a aposta no associativismo, a constituição de gabinetes de apoio ao emigrante em Portugal (GAE) e no exterior, sempre em articulação estreita com o poder local, são passos importantes na nossa presença dentro e fora de portas.

Outros objectivos mais ambiciosos se vão colocando, que oportunamente serão resolvidos a bem da nossa afirmação em todo o mundo, e bem assim, proporcionar que os lusodescendentes, quando e se pretenderem regressar ao país de origem, possam ajudar a crescer e a fazer mais e melhor PORTUGAL!