A inclusão de vários investimentos estratégicos para a região do Tâmega e Sousa no Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) apresentado pelo Governo vai permitir “acelerar a sua concretização”, defende a Comunidade Intermunicipal (CIM) do Tâmega e Sousa, em nota de imprensa, referindo que será “um dos maiores investimentos em infra-estruturas rodoviárias na região”.

“Estes investimentos correspondem a reivindicações da CIM e dos seus municípios e alguns deles estavam já previstos no Programa Nacional de Investimentos 2030 (PNI 2030)”, lembram.

Em causa está uma das principais reivindicações, o IC35, que vai ligar Penafiel a Entre-os-Rios constituindo uma alternativa à EN106. Ainda ontem, o presidente da Câmara de Penafiel criticava a inclusão desta obra, cuja execução já devia estar no terreno, em mais um plano.

Além do IC35 constam do PRR outras obras, a executar até 2026, como a construção da ligação de Baião à Ponte da Ermida (Resende), a construção da variante à EN211, de Quintã (Marco de Canaveses) a Mesquinhata (Baião), com ligação ao concelho de Cinfães, e a construção da variante à EN210, de Celorico de Basto à A7, assim como a construção da ligação da Zona Industrial de Cabeça de Porca (Felgueiras) à A11 e a melhoria das acessibilidades à Área de Localização Empresarial de Lavagueiras (Castelo de Paiva).

O PRR estará em consulta pública até ao dia 1 de Março e será financiado pela “bazuca” europeia. Estão previstos cerca de 14 mil milhões de euros de subvenções.

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