Doze alunos de Lousada, que frequentam as aulas de Mandarim, participaram no Campo de
Férias com os estudantes vinculados ao Instituto Confúcio da Universidade do Minho, que incluiu uma viagem à China, em Julho.

O objectivo foi “dar a conhecer a realidade da China e a sua cultura, bem como permitir que os alunos possam experimentar um período de estudo nesse país como alunos residentes, na Universidade de Nankai, em Tianjin”, refere uma nota da autarquia.

Inês Sousa, de 16 anos, foi uma das alunas que frequentou o nível 2 de Mandarim e acredita que “é importante aprender esta língua, sendo que é uma das mais faladas no
mundo” e uma “mais-valia” para o seu futuro. “Em relação à dificuldade de aprendizagem,
parece mais difícil do que é na realidade”, acrescenta, citada na nota. “Foi das melhores experiências da minha vida. Foi fantástico conhecer de perto aquela cultura tão diferente da nossa, os locais e as pessoas. Para além de tudo isto, fiz amizades para a vida. Foram quinze dias que nunca mais esquecerei”, continua, referindo que “foi uma experiência absolutamente diferente das viagens pela Europa. São culturas diferentes, que nos propiciam vivências muito diferentes, mas que por essa razão tão aliciantes e enriquecedoras”.

Conhecer e visitar a Muralha da China foi o que mais a marcou, mas também a simpatia dos habitantes com que se cruzaram ao longo da viagem. Já o aspecto menos positivo foi “a comida, pois os hábitos alimentares são extremamente diferentes”.

Pedro Rego, de 14 anos, também participou nesta viagem à China, onde diz que “tudo é diferente, desde a comida às roupas, mas é essa isso que torna tão especial”. “Os chineses são muito mais simpáticos do que eu pensava”, revela impressionado.

O interesse do Pedro pelo Mandarim acontece pela curiosidade em aprender línguas e esta viagem permitiu que aprendesse coisas novas e se divertisse.

As inscrições para os alunos do segundo e terceiro ciclo que desejem aprender Mandarim já estão abertas para o próximo ano lectivo.